sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O memorial que nunca sairá de minha memória

A aula da última quinta foi o dia da entrega dos famosos e exaustivos memoriais. Depois de muito tempo de coleta de informações mentais e em alguns casos materiais.
No início da aula, alguns alunos se dispuseram a apresentar suas histórias, com as quais pudemos conhecer um pouco sobre as vidas de nossos colegas e refletirmos sobre nossas próprias vidas.
Depois de muitos risos, aprendizados e algumas discussões que surgiram com as histórias dos memoriais, ocorreu um momento que é de praxe: as dinâmicas que nos fazem rir.
A dessa vez foi uma brincadeira muito comum na nossa infância (já que o tema da aula era nossa vida escolar infantil): a brincadeira consistia em as pessoas se darem as mãos de forma a ficarem completamente enroladas, e depois as pessoas devem se desenroscar sem soltar as mãos. Com essa dinâmica, aprendemos a importância de um trabalho em grupo e de uma liderança para que as coisas na nossa vida deem certo, apesar de minha equipe não ter conseguido êxito na prática.
No finzinho da aula, houve a primeira reunião dos grupos para decidir como seria realizada a oficina que funcionará como atividade avaliativa.


Até a próxima!!!

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Um filminho para inspirar

Depois de uma semana de "folga" voltamos às aulas de Didática e Práxis Pedagógica I, com uma aula bastante atípica, porque hoje não tivemos nenhuma dinâmica de interação, em compensação assistimos ao excelente filme "Quase Deuses", que conta a história da realização da primeira história cardíaca do mundo, em paralelo à dura história de vida de Vivien Thomas (Mos Def) que por ser negro e de família humilde, era desprezado pela sociedade estadunidense dos anos 30, mas apesar de todas as barreiras, depois de uma oportunidade dada pelo Dr. Alfred Blalock (Alan Rickman) mostra-se um excelente médico cirurgião, auxiliando em muitos dos trabalhos do Dr. Alfred, e ganhando deste o respeito e a admiração, apesar de conviver com o preconceito e a discriminação, que nos EUA dos anos 30 eram tidos como "normais".
Após apreciarmos essa fantástica obra cinematográfica, que nos trouxe grandes lições para a vida, foi realizada uma reunião em grupos para decidir os temas das oficinas correspondentes à ultima atividade do semestre, e para discutirmos os pontos importantes do filme e relacioná-los com a obra "Pedagogia da Autonomia" de Paulo Freire, que fomos incentivados a ler nesse período de "folga", e que na minha opinião é um verdadeiro manual para quem quer ser um bom profissional da educação, posso chamá-lo até de "A Bíblia do Educador". Foram muitos tópicos colocados em discussão, que foi bastante produtiva para nós professores em desenvolvimento que queremos ser grandes professores um dia!!!

Até a semana que vem galerinha!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Da dança dos professores à lição de vida para os professores

Terceira aula de Didática e Praxis Pedagógica I (gostei da disciplina a começar por esse nome), e já deu pra perceber que essa será uma disciplina diferente de tudo que já havia visto em meus quinze anos como estudante.
Para começar vou destacar o fato de que a professora se atrasou na aula de hoje, e na próxima aula ela deverá pagar uma prenda (deixo aqui minha singela sugestão: aprovar a turma por inteiro).
Mas vamos ao que interessa, o relatório da aula: depois do atraso da professora Alessandra, a aula foi iniciada com uma dinâmica de interação muito interessante, que eu particularmente adorei por me auxiliar a lutar contra minha timidez, além de aumentar a interação entre os alunos, que venho percebendo que tem aumentado cada vez mais ao longo das aulas, e que tenho certeza que com o tempo aumentará ainda mais com essas dinâmicas.
Depois dessa dinâmica que rendeu risos, e até uma bronca devido ao barulho, e que nos ensinou lições de cooperação e trabalho em grupo, fizemos uma pausa para um descanso e um lanche custeado pelos retardatários da aula anterior, para em seguida começarmos a discussão do texto "Ser professor é gostar do outro", que trata-se de uma emocionante entrevista com a professora Juvany que, mesmo sem ter muita instrução ensina a muitas crianças da comunidade onde vive, passando a essas crianças lições que vão além das de matemática, história ou qualquer outra disciplina, passa lições de vida não só para essas crianças, como para nós docentes em desenvolvimento, que às vezes nos vemos tão frustrados com a educação do nosso país ou com os baixos salários. Ela nos mostra que ensinar é mais do que passar conhecimento ou receber uma quantia em dinheiro no fim do mês, ela nos prova que ensinar é uma prova de amor para com o outro!


Semana que vem tem mais galerinha ;)